ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

   Então, o que temos aqui é uma verdadeira saga sobre a falada Alfabetização Científica. Com uma viagem histórica, desenterrando como essa ideia evoluiu ao longo dos anos porque quem não “ama” um bom conto de fadas acadêmico, não é mesmo? Depois, mergulhamos dentro do texto na busca pelas habilidades indispensáveis para que alguém possa ostentar o título de “alfabetizado cientificamente”, quase como uma medalha de honra. Vamos de spoiler: parece que há uma fórmula mágica para isso, que são basicamente as regras de ouro para qualquer um que queira criar aulas que não sejam um tédio absoluto e, ao invés disso, inspirem nossos jovens cientistas. É como se estivéssemos em uma versão acadêmica de “Os Vingadores”, onde todos os especialistas se unem para salvar o currículo de ciências da monotonia. Uau, não é um enredo digno de uma novela de sucesso?

No meio dessa discussão a uma diversa forma de intitular o aprendizado no fundo, todos esses termos tentam abordar o mesmo objetivo: fazer com que os alunos não apenas compreendam a ciência, mas também a usem como um superpoder na vida cotidiana. Seja chamando isso de "Letramento Científico" ou outros nomes discutidos pelos antigos estudiosos, a missão é garantir que a alfabetização científica não seja apenas um glamour momentâneo do Ensino Fundamental, mas algo que vai crescendo e se transformando como uma saga épica. E o que parece ser óbvio também pelo visto tem que ser falado, que não é necessário esperar a temporada final da escola para começar; é melhor começar logo no início, porque esse show só vai melhorar com o tempo. Falando em evolução, lembrei logo do Charles Darwin com a sua teoria de adaptação, quem não pegou a referência que chore.   

  Parece que a ideia é fazer com que a ciência se sinta em casa, misturando-se com outras disciplinas e tornando-se uma parte da cultura que todos nós vivemos e respiramos. A meta? Garantir que os cidadãos possam julgar e refletir sobre o impacto das ciências em nossas vidas. Ah, e não se esqueça: ciência é um drama cultural. Nada de tratar como um mero tópico curricular o importante é se apropriar desde professores até estudantes e a comunidade em geral, são protagonists na grandiosa saga da Alfabetização Científica. Deve ser só um devaneio de uma mera aluna de pedagogia, fiquei desnorteada na metade da leitura apenas com a quantidade de nomes dentro de um texto sobre a alfabetização científica.


Comentários

  1. Sim, é uma saga sem fim. Todo dia é preciso aprender algo novo. Novos conceitos, novas tecnologias, novos processos.

    Infelizmente, alguns são colocados à margem desse processo. É dito que eles não conseguem aprender, não trazem as bases necessárias.

    Faremos o resgate? Aceitaremos que essa realidade para alguns é normal?

    Vamos trabalhar para que isso não aconteça mais com as crianças do Brasil?

    Um pouco de sonho é preciso...

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