Poema: A Ciência
De tanto olhar os livros sua mente
esmoreceu e nada mais aferra.
Como se houvesse apenas fórmulas e leis na terra:
fórmulas, apenas de fórmulas se enche.
A mente, fluida e inquieta, vagueia como um fluxo,
em círculos de dúvida se reduz,
dança entre teorias e provas, buscando o nexo,
onde prática e teoria se unem, e a compreensão finalmente reluz.
No espaço fechado da sala, o pensamento se afunda,
mas a mente persiste, na busca do que inunda.
Na alfabetização científica a mente se liberta,
encontrando no aprendizado a luz que a criticidade desperta.
Autor: Adriano Medeiros dos Santos Filho
Poema original, no qual me baseei: Rainer Maria Rilke – A Pantera
ResponderExcluirFui conferir o original. Para minha grata surpresa, a sua composição me pareceu melhor.
ResponderExcluirDigo isso por causa da "epifania", a simples a sensação de considerar algo como solucionado, esclarecido ou completo.
ou, segundo você - onde prática e teoria se unem, e a compreensão finalmente reluz.
Esse é o maior objetivo do ensino de ciências.