Experimentação Problematizadora: Fundamentos Teóricos e Práticos para a Aplicação em Salas de Aula de Ciências
Parece que todo mundo concorda que encher as aulas de experimentos é o caminho. Afinal, nada melhor para prender a atenção de jovens do que misturar tubos de ensaio e brincar de professor Utônio como nas meninas superpoderosas. Mas, apesar de toda essa adoração pela prática experimental, pelo visto temos críticas pela prática tão adorada pelos alunos, o texto assume que faltam pesquisas para realmente mostrar como fazê-la funcionar bem. Ainda fala sobre os queridos professores que acabam” jogando” os alunos em experimentos. No fim, a preocupação é que precisamos de mais gente pensando seriamente sobre como transformar essas experiências em algo que realmente faça a garotada sair da sala de aula e do ambiente escolar um pouco mais sábia.
Senta lá, Cláudia, porque aqui o jogo é outro: é sobre aprender, e não só engolir o que te dizem! Toda essa provocação tem base. Bora de conceitos amados por todos alunos de pedagogia, é claro que o nosso entusiasta Paulinho Freire tá dentro dessa novamente. Os alunos dentro dessa experimentação são levados a questionar tudo, como verdadeiros investigadores do conhecimento, e o professor não é mais o "sabe-tudo" do pedaço, mas alguém que provoca a curiosidade e o pensamento crítico.
Para quem gosta de um bom desafio intelectual, nada impede que a experimentação possa fazer parte de qualquer etapa do processo, seja na introdução, organização ou aplicação do conhecimento e como nos exemplos dessa leitura o professor organiza e problematiza para realçar pontos, que não são só as vozes da cabeça dele mas sim aspectos que não foi possível perceber anteriormente. Tudo isso enquanto reconhecemos que o conhecimento está sempre em construção e ninguém, nem mesmo o professor, é dono da verdade, então problematizar é importante como já se fala no próprio título. Resumindo: bem-vindo ao mundo onde o experimento é rei, e o aprendizado é uma jornada constante e inacabada, para sempre! Fazendo assim pensarmos como podemos agir no futuro como futuros docentes. SOCORRO!
Um ponto que me fez refletir em seu texto foi: Os alunos dentro dessa experimentação são levados a questionar tudo, como verdadeiros investigadores do conhecimento...
ResponderExcluirTenho proposto várias atividades, as mais variadas, na expectativa de encontrar um questionamento genuíno, uma dúvida verdadeira, um pouco de sede por conhecimento. Porém, me parece que os estudantes/aprendizes estão satisfeitos em pesquisar no google, obter soluções no chat GPT.
Enfim, minha pergunta para você é: para onde foi a a vontade de questionar, de elocubrar, de pensar dos estudantes?